Amigos, espero que todos tenham passado uma feliz noite natalina, comemorando o nascimento de Jesus, e que esta felicidade continue neste final de ano e em todo o ano de 2010.
Para comemorar , o Nelson Cintra me manda esta preciosidade: 1º Circuito de Rua em Terezópolis em 1963 (foto: Jornal do Brasil).
Eu consegui identificar o DKW do Jiquica, pois tem seu nome grafado no teto, sobre o vidro trazeiro.
Quem tiver mais informações, por favor, acrescente.
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
A CAPOTAGEM DO KG
Olá Pedro.
A foto do Karman Guia do Sérgio Cardoso capotado me trouxe a triste recordação da última corrida de Aylton, em 1967, nas Mil Milhas em que vieram os portugueses ao Brasil, com duas Lotus e um Ford Cortina.
Foto: Mecanico observando o KG PORSCHE de Aylton Varanda e Sergio Cardoso.
Sérgio pediu a Aylton que fizesse a primeira parte da corrida, porque, apesar de ser o dono do carro, não estava se sentindo muito bem e não tinha o hábito de correr à noite.
Aylton largou e logo nas primeiras voltas assumiu a terceira colocação. O primeiro pelotão, com Emerson no Fitiporsche, Camilo na Carretera nº 18 e Aylton no KG, logo começou a abrir muito dos demais dos competidores. Estava no box e fiquei preocupado com o ritmo alucinante dos três ponteiros.
Na 17ª volta Aylton não passou e logo veio a notícia do acidente na curva da ferradura. A ambulância saiu e demorou uma eternidade a retornar. Só acalmei quando o vi saindo pela porta traseira andando normalmente. Relatou que o pedal de freio estava quase solto a agarrava no assoalho do carro, então, após as curvas, tinha que abaixar para puxar o pedal. Achou que aguentaria assim até a parada para troca de pilotos e reabastecimento, mas naquela curva, ao se abaixar, o carro saiu de traseira e uma das rodas pegou num ressalto fora da pista (não havia zebra nem área de escape naquela época) levantando o carro, que capotou umas cinco vezes.
Outro fato pitoresco é que um mecânico, possivelmente o mesmo que aparece na foto, teve que ser deslocado do box e ficar até o final da corrida vigiando o carro, para evitar que roubassem suas peças.
No final da corrida vi o Ford Cortina dos portugueses, que também havia ficado pela pista, chegar rebocado aos boxes com o condutor sentado num caixote, pois até os bancos haviam sido roubados!
Abraços,
JAV
A foto do Karman Guia do Sérgio Cardoso capotado me trouxe a triste recordação da última corrida de Aylton, em 1967, nas Mil Milhas em que vieram os portugueses ao Brasil, com duas Lotus e um Ford Cortina.
Foto: Mecanico observando o KG PORSCHE de Aylton Varanda e Sergio Cardoso.
Sérgio pediu a Aylton que fizesse a primeira parte da corrida, porque, apesar de ser o dono do carro, não estava se sentindo muito bem e não tinha o hábito de correr à noite.
Aylton largou e logo nas primeiras voltas assumiu a terceira colocação. O primeiro pelotão, com Emerson no Fitiporsche, Camilo na Carretera nº 18 e Aylton no KG, logo começou a abrir muito dos demais dos competidores. Estava no box e fiquei preocupado com o ritmo alucinante dos três ponteiros.
Na 17ª volta Aylton não passou e logo veio a notícia do acidente na curva da ferradura. A ambulância saiu e demorou uma eternidade a retornar. Só acalmei quando o vi saindo pela porta traseira andando normalmente. Relatou que o pedal de freio estava quase solto a agarrava no assoalho do carro, então, após as curvas, tinha que abaixar para puxar o pedal. Achou que aguentaria assim até a parada para troca de pilotos e reabastecimento, mas naquela curva, ao se abaixar, o carro saiu de traseira e uma das rodas pegou num ressalto fora da pista (não havia zebra nem área de escape naquela época) levantando o carro, que capotou umas cinco vezes.
Outro fato pitoresco é que um mecânico, possivelmente o mesmo que aparece na foto, teve que ser deslocado do box e ficar até o final da corrida vigiando o carro, para evitar que roubassem suas peças.
No final da corrida vi o Ford Cortina dos portugueses, que também havia ficado pela pista, chegar rebocado aos boxes com o condutor sentado num caixote, pois até os bancos haviam sido roubados!
Abraços,
JAV
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
VERDADEIRO "VARANDÂO" DA SAUDADE
Falar em Automobilismo em Petrópolis sem falar na familia Varanda é como goiabada sem queijo e abraço sem beijo. rs.
Vamos cita-los na ordem cronológica.
Alvaro Varanda Filho, lógicamente, filho de Alvaro Varanda.
Aylton Vararanda, filho de José Varanda.
João "Giquica" Varanda Filho, também, lógicamente, filho de João Varanda.
Primos que projetaram Petrópolis no Automobilismo Nacional.
Recebi do José Augusto Varanda, filho do Aylton, algumas fotos e respectivos comentários, com os quais vamos ajudar um pouquinho a escrever história desse esporte fascionante.
Nas duas de 1951, Aylton, em Petrópolis, #25,acredito que o carro seja um Simca e, interessante, os pilotos não usavam capacete.
A do Circuito de Botafogo, com um MG foi em 1956 (detalhe do capacete de PM). Na véspera da corrida, chegando ao Rio atrasado para o casamento de uma cunhada, do qual seria padrinho, uma roda do MG saiu e foi parar dentro da Lagoa Rodrigo de Freitas. Conseguiu controlar o carro e teve que pagar um morador da antiga favela que ali havia para mergulhar e resgatar a roda do fundo da Lagoa!
A do Circuito da Quinta da Boa Vista, em 1958, é do Álvaro Varanda, numa belíssima Ferrari, número 12.
Por fim, novamente Petrópolis, em 1958, Aylton numa Masserati, # 10, já usando um capacete que importou da Europa e que o acompanhou até a última corrida, em 1967. Embora eu tivesse apenas 5 anos de idade, tenho lembranças dessa corrida, em 58. Recordo que estavam presentes os melhores pilotos da época como Chico Landi e Celso Lara Barberis (não sei se essa é a grafia correta do nome do Celso).
Mais umas fotos.
Vamos cita-los na ordem cronológica.
Alvaro Varanda Filho, lógicamente, filho de Alvaro Varanda.
Aylton Vararanda, filho de José Varanda.
João "Giquica" Varanda Filho, também, lógicamente, filho de João Varanda.
Primos que projetaram Petrópolis no Automobilismo Nacional.
Recebi do José Augusto Varanda, filho do Aylton, algumas fotos e respectivos comentários, com os quais vamos ajudar um pouquinho a escrever história desse esporte fascionante.
Nas duas de 1951, Aylton, em Petrópolis, #25,acredito que o carro seja um Simca e, interessante, os pilotos não usavam capacete.
Circuito da Quinta da Boa Vista, em 1958, é do Álvaro Varanda, numa belíssima Ferrari, número 12.
A do Circuito da Quinta da Boa Vista, em 1958, é do Álvaro Varanda, numa belíssima Ferrari, número 12.
Por fim, novamente Petrópolis, em 1958, Aylton numa Masserati, # 10, já usando um capacete que importou da Europa e que o acompanhou até a última corrida, em 1967. Embora eu tivesse apenas 5 anos de idade, tenho lembranças dessa corrida, em 58. Recordo que estavam presentes os melhores pilotos da época como Chico Landi e Celso Lara Barberis (não sei se essa é a grafia correta do nome do Celso).
Mais umas fotos.
Obrigado José Augusto. Mande mais. rs
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
TEMPLO
Na minha ida ao Temlpo, proporcionada pelo Toni Seabra e o Hugo Borghi, foi só alegria. Indescritível a alegria com a forma gentil com que fomos recebidos pelos amigos de Sampa. Não vou citar nomes para não esquecer ninguém, todos foram muito gentis. Uma foto para relembrar.
O reencontro com o Luizinho Pereira Bueno, e o Mestre Joca, que me levou até o Grande Campeão.
O reencontro com o Luizinho Pereira Bueno, e o Mestre Joca, que me levou até o Grande Campeão.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
500 MILHAS DE INTERLAGOS 1966
Estou postando umas fotos das 500 Milhas de Interlagos de 1966, fotos cocadas no blog da Turma do Arcádia.http://spaces.msn.com/members/turmadoarcadia/, e conto com a colaboração dos amigos para as devidas identificações. Vamos lá, Joca e cia.rs.
Esclarecimento: A Turma do Arcádia é composta por amigos que se reuniam em frente ao Edifício Arcádia, em Petrópolis, desde a década de 60. Para que não nos distanciasse-mos, passamos a fazer uma reunião anual, no dia 16 de Março, ou no sábado mais próximos, para um almoço de confratenização. Em 2010 faremos o 44º encontro anual.
Esclarecimento: A Turma do Arcádia é composta por amigos que se reuniam em frente ao Edifício Arcádia, em Petrópolis, desde a década de 60. Para que não nos distanciasse-mos, passamos a fazer uma reunião anual, no dia 16 de Março, ou no sábado mais próximos, para um almoço de confratenização. Em 2010 faremos o 44º encontro anual. Todos estão covidados.
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