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quarta-feira, 30 de junho de 2010

SAUDADES

Consegui encontrar um esboço do projeto do Antigo Autódrmo do Rio.
Na decada de 60, a Empresa Caledônia comprou um terreno em Jacarépagua, próximo da Barra da Tijuca e iniciou a construção de um Autódromo. Chegou a vender títulos patrimoniais, mas o empreendimento não progrediu e a empresa fez uma doação à Federação Carioca de Automobilismo, antecessora da Federação de Automobilismo do Estado do Rio de Janeiro, FAERJ, que por sua vez continuou a realizar provas no precário Autódromo.
Embora o Autódromo não contasse com uma estrutura digna do nome, era a glória dos aficcionados pelo automobilismo. Emfim tinhamos onde competir e assistir os Pilotos locais, os Pilotos de todo o Brasil e até alguns da Europa.
Depois, políticos dirigentes do Estado e do Município, competentes e de visão, não obtusos e tacanhos como os atuais, resolveram investir no nosso querido Autódromo, transformando-o num Autódromo Internacional.
Bem mas isso é outra história.
O que me moveu a fazer estas colocações foi a saudade que tenho daquele início de arena esportiva, onde eu e muitos iniciamos na realização do sonho de ser Piloto, e outros demonstraram suas habilidades já provadas em outras pistas.
Por favor, se alguém tiver fotos e ou plantas do anmtigo autódromo envie para : pedrohocarvalho@gmail.com





Mesmo sem coforto de Arquibancadas, com chuva o público se fazia presente. (Curva do S).


Pendurado na cerca ou em cima dos carros, a alegria era enorme.

2 comentários:

Antonio Seabra disse...

Quanta saudade desse tempo e dessa pista ! Chego ao absurdo de gostar mais do antigo traçado do que daquele que foi recentemente destruido pelos nossos "fantasticos" governantes. Se o traçado antigo não tinha a segurança, a qualidade do asfalto, as areas de escape, etc, era mais desafiador, sem as curvas traçadas a compasso do traçado mais moderno.

Ali eu tive a sorte e o prazer de assistir a alguns grande shows de pilotagem, dentro os quais destaco um do Moco com um dos primierios KG porsche da Dacon, ainda azul claro e com as rodas de talas mais finas, e outro do mesmo Moco, com a P33 da Jolly.

Quanta memoria boa daquele tempo e daquela "pistinha" precaria, mas muito interessante.

Antonio

Pedro Henrique "Baleiro" disse...

Antonio, quem sabe eles acordam para a importância do Autódromo.
Um abraço.
Vai fundo, garoto. Você tem garrafa vazia pra vender.